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Archive for the ‘segurança’ Category

em nome da mulher…

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união de mulheres alternativa e resposta (umar) promove em faro, nos dias 26 e 27 de fevereiro, actividades culturais, sessões informativas sob o tema do “assédio sexual no espaço público e no trabalho”, no âmbito da “rota dos feminismos 2011”, em colaboração com o grupo de activismo e transformação pela arte (gata). na programação: sábado, às 14:30, pátio das letras – workshop “fazer cenas – contra o assédio sexual no espaço público”; performance nos jardins públicos de faro; sábado à noite – acção de rua “claiming the night!”; domingo de manhã – informação à população no mercado municipal.

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arte para inclusão social

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no âmbito do ano europeu de combate à exclusão social 2010, e do projecto “welcome homeless”, o alto comissariado da saúde (acs), a coordenação nacional para a saúde mental (cnsm) e a ami – por uma acção humanitária global, estão a realizar desde 21 de dezembro de 2010 a exposição “sem abrigo lisboa – promover a inclusão social”.

na exposição estão patentes 13 esculturas de bronze (tamanho real), de autoria do escultor dinamarquês jens galschiøt, que retratam pessoas sem-abrigo, dando a conhecer ao cidadão europeu a realidade da pessoa sem-abrigo. a exposição, que visa sensibilizar e educar a comunidade para a problemática dos sem-abrigo e que, ainda, promove a inclusão social através de uma noite cinematográfica com o documentário de rui simões, “ruas da amargura”, e as curta-metragens “estou para aqui assim…”, de diogo pessoa de andrade e “a more close look”, de vítor santos, decorre nos jardins da fundação calouste gulbenkian até 16 de janeiro de 2011.

a urgência de acção

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palavras de frei fernando ventura, numa entrevista de grande interesse,  também referida aqui, onde nos alerta para o cataclismo social que o país (e o mundo) está a viver. “seria o momento de aparição de gente capaz de formar opiniões, gente capaz de formar consciência, gente capaz de gritar que o rei vai nu por muito bem engravatado que esteja, gritar que é tempo de mudar, e de mudar as estruturas podres que nos levaram até aqui.” diz, ainda, que os portugueses é um “povo que tem fibra para lutar.” será que não está na altura de o povo mostrar que tem essa capacidade?

seminário em olhão foca violência doméstica

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realiza-se no dia 17 de setembro, no auditório municipal de olhão, um seminário intitulado “intervenção integrada em violência doméstica na região do algarve”,  tendo como objectivo “promover a reflexão sobre a problemática da violência doméstica” e, ainda, sensibilizar os profissionais das áreas da saúde, da educação e da segurança social que de alguma forma contactam com esta problemática na região do algarve.

segundo a página da ars algarve ip, o seminário será integrado no projecto “intervenção integrada em violência doméstica na região do algarve”, numa parceria formalizada através de candidatura ao programa operacional de potencial humano (poph-qren), entre a comissão para a cidadania e a igualdade de género (cig), a administração regional de saúde do algarve ip (arsalgarve ip), o hospital de faro epe (hf), a direcção regional de educação do algarve (drealg) e o instituto de segurança social ip (iss).

as inscrições encontram-se abertas para todos os interessados até ao dia 10 de setembro.

aprenda a salvar o seu filho

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excelente iniciativa organizada e dinamizada pela secção regional sul da ordem dos enfermeiros, no hospital de faro. algo que cada um de nós devíamos aprender já a partir da idade escolarn para tornarmo-nos capazes e sem medo de agir e intervir. curso de suporte básico de vida para pais com filhos até aos 8 anos, no sentido de os sensibilizar, informar e capacitar para agirem de forma ensinada e segura se tiverem de socorrer os filhos, ou os dos outros.  o curso decorre entre as 9:00 e as 17:00 horas (sábados) no centro de formação, investigação e conhecimento do hospital de faro, até fins de agosto. para mais informação, consultar aqui.

denunciar, sempre

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a violência doméstica é o 4º crime mais participado às autoridades e o 2º crime mais registado contra pessoas, segundo o relatório da direcção-geral da administração interna relativo a 2009.

aponta para uma maior consciencialização do problema, como diz a secretária de estado para a igualdade, elza pais, “uma crescente desocultação do fenómeno”, sendo esse desenvolvimento não igual em todo o território português mas mesmo assim, ao nosso ver, um avanço para todos os cidadãos.

um sinal de que se tem cada vez menos medo de denunciar, um sinal de que apesar de ser vítima reage-se cada vez mais em defesa da própria pessoa, e um sinal de que já se tem mais confiança nas redes de apoio que ajudam na luta contra maus-tratos e protegem as vítimas.

altruístas

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quem já o fez sabe a sensação. a satisfação. um tremer. uma dor. um alívio. misturado com uma espécie de euforia. o acto de doar sangue, um gesto altruísta, solidário e benfeitor, revelou-se em julho passado curiosamente algo que unicamente está reservado para as pessoas heterossexuais neste país. ou seja, algo que deveria ser o dever e o direito de cada um, no sentido de contribuir para ajudar a salvar vidas, encontrava-se restringido, tendo sido posto a parte o grupo de homens homossexuais, por serem considerados pessoas com um comportamento de risco mais elevado e assim mais propícios para contrair doenças infecciosas e de seguida transmiti-las. o argumento vacila pensando no número cada vez mais elevado entre heterossexuais seropositivos. parecia-nos na altura algo confuso e mal pensado. na suécia as novas indicações sobre doação de sangue entraram em vigo em março de 2010, abrindo a possibilidade ao grupo de homens bi- e homossexuais doar sangue, algo que não era possível até agora, mas que já é permitido desde que o dador garanta que não teve relações no últimos 12 meses. é pelo menos um passo para frente, levantando no entanto algumas questões sobre o que os outros dadores deveriam jurar, mas enfim… os responsáveis suecos dizem que “é uma questão de confiança” e que se parte “do princípio que as pessoas fazem as doações por bem e com segurança”, sendo o sangue testado, como normalmente, em todos os casos. por cá, após alguma polémica sobre a temática, parece que o bom senso dos governantes portugueses predomina, tendo sido admitido recentemente que os critérios da selecção dos dadores de sangue serão revistos no sentido de criar um maior equilíbrio para as pessoas que querem contribuir para a causa, certificando sempre a segurança para quem vai receber a doação.  aiás, um cuidado sempre presente. mais um passo para frente numa democracia moderna que preza a igualdade e a não discriminação. que tenhamos, todos, uma chance de demonstrar que somos capazes de ser conscientes e responsáveis. com saúde. para  o bem de nós próprios, e para os outros.