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Archive for the ‘feminismo’ Category

já lá vão 100 anos…

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celebra-se a 8 de março de 2011 o centésimo aniversário do dia internacional da mulher. ler e ouvir a mensagem de michelle bachelet, a primeira diretora-executiva da onu mulher, uma organização formada recentemente pelas nações unidas, para a promoção da igualdade de género e empoderamento da mulher.

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Março 7, 2011 at 12:43 pm

em nome da mulher…

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união de mulheres alternativa e resposta (umar) promove em faro, nos dias 26 e 27 de fevereiro, actividades culturais, sessões informativas sob o tema do “assédio sexual no espaço público e no trabalho”, no âmbito da “rota dos feminismos 2011”, em colaboração com o grupo de activismo e transformação pela arte (gata). na programação: sábado, às 14:30, pátio das letras – workshop “fazer cenas – contra o assédio sexual no espaço público”; performance nos jardins públicos de faro; sábado à noite – acção de rua “claiming the night!”; domingo de manhã – informação à população no mercado municipal.

what a woman must do

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Novembro 18, 2010 at 8:51 am

novo periódico sueco feminista na internet

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no dia 15 de outubro, o periódico sueco feministiskt perspektiv (perspectiva feminista) abre o seu contador na net. a meta é conseguir (rapidamente) 1500 seguidores para, logo de seguida, lançar a publicação semanal de noticias nacionais e internacionais, com conteúdos sobre o mercado de trabalho, economia, cultura e investigação – tudo numa perspectiva feminista. já é possível contactar com a redacção para sugerir temas e conteúdos futuros.

a responsável pelo projecto, anna-klara bratt, jornalista no media watch group allt är möjligt (tudo é possível) , diz na página da associação feministiskt perspektiv que “existe uma capacidade subaproveitada entre jornalistas (masculinos e femininos) na suécia e, em consequência, um público esfomeado por uma revista feminista. mais que 20 anos de estudos mostram que a igualdade de género tem tido dificuldades em chegar às redacções e às colunas. isto apesar de repetidos sessões de sensibilização, alertas e chamadas de atenção.”

o jornal feministiskt perspektiv, publicada por quatro editores, e com textos de jornalistas freelancers e material de agências de notícias, será publicado pela organização sem fins lucrativos föreningen feministiskt perspektiv.  

the turn of the tide

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phyllis webb, poetisa e broadcaster anarquista canadiana,  “naked poems”, talking (1965)

i am listening for
                 the turn of the tide
                 i imagine it will sound
                 an appalled sigh

i hear the waves
                 hounding the window:
                 lord, they are the root waves
                 of the poem’s meter
                 the waves of the
                 root poem’s sex

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Outubro 1, 2010 at 8:22 pm

no feminino

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“estou com os individualistas livres, os que sonham mais alto, uma sociedade onde haja pão para todas as bocas, onde se aproveitem todas as energias humanas, onde se possa cantar um hino à alegria de viver na expansão de todas as forças interiores, num sentido mais alto – para uma limitação cada vez mais ampla da sociedade sobre o indivíduo.”


(maria lacerda de moura, anarquista individualista)

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Agosto 25, 2010 at 1:09 pm

dona de casa 2.0

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será que quem no fim da vida fez mais cupcakes ganha algo? ou não? a nova tendência na suécia entre as mulheres da geração mais nova, nascidas numa sociedade moderna de igualdade entre os géneros tanto em casa como no mercado de trabalho, é de se tornarem tão perfeitas em termos profissionais como alguma vez poderão ser também entre as quatro paredes da casa. esta histeria de criar os molhos mais deliciosos segundo a receita da avó, tricotar as camisolas da família e polir os móveis com produto x para que o lar possa brilhar com toda a força, é agora motivo de estudo da jornalista maria nilsson de malmö, que publica este verão um novo livro intitulado “dona de casa 2.0”. as tarefas doméstica são agora desenvolvidas em todos os dias durante a semana, noites e fins-de-semana, e não só entre as 9 e as 16 como fizeram as nossas mães, tias e avós. heroínas, de certeza, por terem levado uma vida a servir os outros, sem a mínima de consideração pelas próprias necessidades. e quem é que não gosta de um bom bolo, de quartos arrumados e sapatos bem alinhados no hall? mas será que as suecas com esta cada vez mais visível mudança de vida à la os anos 50 realmente só querem conseguir uma existência mais autêntica, mais back to basis, mais próxima da família nestes dias de corre-corre? ou será que não estão a deixar a ideia romântica de um lar perfeito com toalhas de branco impecável, de um naperon a quadrados para agradar o companheiro e de janelas bem limpas, sobrepor-se à liberdade que já se conseguiu conquistar? será que as mulheres num dos países mais desenvolvidos do mundo não estarão a provocar o seu próprio backlash? o carinho e a preocupação com os nossos ente queridos não deixa de ser só porque não os aguardamos à porta com a bandeja na mão. a nós não parece um bocado neurótico e desnecessário. uma tendência a vigiar bem e de perto. mulheres acordem que isto não é uma novela!