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o desconhecido, segundo brøgger

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“sinto-me bem no desconhecido, porque naquele preciso lugar não existem papéis nem códigos estabelecidos – não se deixam simplesmente interpretar. não existe história, estás lá sem passado, sem futuro, nua. tudo exposto a uma luz incondicional, uma radiação absoluta, presença, e se uma pessoa sobrevive aquilo e encontra lá alguém, confirma-se o melhor das nossas vidas, visto através do nosso terceiro olho”.

(suzanne brøgger, jornalista e escritora dinamarquesa, “crème fraîche”, 1978)

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