Posts Tagged ‘faro’
roupa solidária na “loja da troca”

inaugura no dia 18 de novembro, às 15 horas, a “loja da troca” no salão paroquial de s. pedro em faro, um projecto do curso efa b3 de geriatria, organizado pelo centro de emprego de faro, para apoiar as pessoas carenciadas da cidade, angariando roupa, nova ou usada, para disponibilizar aos interessados que se dirijam à loja.
quem quiser participar, pode oferecer roupa de que já não necessita até ao dia 17, para ser colocada na loja, ou trazê-la para os serviços de coordenação (dª isabel tendeiro) ou para o centro de emprego (drª rute carrasqueiro). ajude vestir quem mais necessita.
consumo responsável na penha

o instituto de solidariedade e cooperação universitária, isu, realiza nos dias 2 e 3 de novembro, uma acção de formação sobre consumo responsável e comércio justo, na escola superior de educação (campus da penha), das 19:00 às 22:00 horas, estando os seguintes conteúdos no programa:
- educação para o desenvolvimento
- comércio justo
- direitos humanos
- assimetrias e desigualdades norte-sul
- interdependência global
- participação e activismo social
inscrições no: isu_faro@yahoo.com.br ou 963480748
acordem farenses: lixo no lixo

constroem-se instalações desportivas para os munícipes, o que é muito bom, não só para a saúde das pessoas como para a forma física. mas também porque a cidade continua sem bons espaços verdes dentro da cidade a uma distância acessível para quem não tem possibilidade de se deslocar a ludo ou à praia de carro ou de outro transporte para realizar o seu treino. a ideia de criar uma pista de atletismo em faro nasceu já no tempo do vitorino, mas foi o apolinário que a concretizou, ao lado das piscinas municipais e do (ainda não inaugurado) pavilhão gimnodesportivo. iluminada durante a noite, com acesso para todos (pelo menos é o que nos diz a experiência), óptimo para fazer jogging e treinar outras modalidades.
agora, não podemos deixar de alertar o novo executivo camarário pelo facto de os frequentadores daquela pista terem que passar por zonas muito mal arrumadas e desorganizadas, que até envergonham. aquela brita misturada com cacos de azulejo mais parece um piso de entulho retirado directamente das obras. as canas altas da ribeira das lavadeiras não devem inspirar segurança alguma para muitas pessoas numa de passar do lado das piscinas para a pista já depois do anoitecer. os montes de lixo jazam no chão, parecendo que somos convidados para atravessar uma autentica lixeira. dada a quantidade de lixo não nos parece que são pessoas individuais que causam aquele aspecto no mínimo horroroso.
apela-se à sensibilidade da câmara municipal para criar condições dignas, arranjadas e sanitárias nesta cidade onde, ainda no século XXI, é preciso ir em ziguezague entre os dejectos dos cães e onde muitas pessoas continuam a não ter a mínima noção do que é manter limpo o seu meio ambiente mais próximo. é uma questão de direitos e deveres, educação, cultura, ao fim ao cabo bom senso, e limpeza activa, nada de outro mundo.
“péliculas” francesas invadem a capital do algarve
cinco cidades recebem a festa do cinema francês este outono, sendo faro a próxima localidade a acolher as festividades a decorrerem entre 28 de outubro e 1 de novembro. serão visualizadas em antestreia nacional longas e curtas metragens para celebrar a 10ª edição da festa dedicada à sétima arte francesa de vários géneros cinematográficos desde comédias, dramas, policiais, até documentários, filmes de animação e thrillers de jovens realizadores no início da carreira mas também de realizadores já com renome. garante a programacão desta festa, organizada pelo instituto franco-português, filmes de d’agnès jaoui (parlez-moi de la pluie), robert guédiguian (l’armée du crime), costa-gavras (eden à l’ouest), claude chabrol (bellamy), ilan duran cohen (le plaisir de chanter), rémi bezançon (le premier jour du reste de ta vie), pedro costa (ne change rien), maïwenn (le bal des actrices) e arash t. rihai (pour um instant la liberté). mesdames et messieurs, asseyez vous lorsque le film va commencer!
sinais para quem não quer ver

numa cidade onde o estacionamento de carros é um eterno problema, onde os sentidos das rua e ruelas são alteradas com frequência e onde o bom senso do cidadão não fala mais alto, com a consequência de parqueamento em cima das passadeiras e dos passeios. será que a sinalética à bruta e hiper-dimensionada ajudará iluminar o pessoal e resolver o problema?
a loucura das feiras

enquanto os carrosséis rodam, os churros fritam, os carrinhos de choque deitam faíscas, o fumo das castanhas assadas enche o ar e as vendedoras de mantas para o inverno berram sobre preços em conta, o comercio da doçaria tradicional vende amor em sacos. a fúria das feiras está em alta.
alta degradação

políticas de rendas antigas, desinteresse dos donos, conflitos familiares de herança, abandono, degradação, abrigo momentâneo de sem-abrigos, falta de cuidado com o património, ambientes onde o rosto da arquitectura típica e o legado cultural desaparece. a cidade de faro não é excepção.
