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tourada humana?

será que não chega a tourada ser um espectáculo cruel, onde o animal é molestado e torturado enquanto as pessoas assistem e aplaudem o sofrimento do bicho? continuamos a praticar actos em relação aos outros que mostram que não aconteceu rigorosamente nada com a nossa evolução desde a idade média.
o nansimo é um problema real para muitos, sendo em muitos casos as pessoas com esta condição discriminadas, e sem os mesmos direitos que os outros chamados normais.
esperemos que estes artistas, estas pessoas, estes humanos, fazendo o trabalho deles para divertirem o público, e que já os valeu aparecerem num documentário, pelo menos sejam bem remunerados.
será?

com a viragem da página na história dos estados unidos, para quem assim a interprete, impulsionada pela vitória do barack obama, espera-se uma nova era mais open minded, com mais tolerância, com mais igualdade e com menos repressões.
logo veremos se a mudança se concretiza ou não, certo é que se intensificou a esperança de um mundo mais equilibrada e justa onde as pessoas, sejam de que cor for, poderão dar se o luxo de não só sonhar sobre viverem com plenos direitos mas ver que o dia talvez finalmente tenha chegado para que esse objectivo seja alcançado.
do futuro ninguém sabe, mas o dia de hoje aparenta que as músicas dos tempos dos povos escravizados naquele continente poderão vir a ser outras, e que melodias como esta do harry thacker burleigh e interpretada aqui por jimmy scott fiquem a pertencer mesmo a tempos passados.
sometimes i feel
like a motherless child
sometimes i feel
like a motherless child
a long way from home
true believer
a long way from home
sometimes i wish i could fly,
like a bird up in the sky
sometimes i wish i could fly,
like a bird in the sky
little closer to home
motherless children
have a real hard time
motherless children
have a such a real hard time
so long so long so long
sometimes i feel
like freedom is near
sometimes i feel
like freedom is near
but we’re so far away
sometimes i feel
like it’s close at hand
sometimes i feel
like the freedom is near
but we’re so far from home
sometimes, sometimes,
sometimes
so far, so far, so far,
so far mama from you, so far

chamavam-lhe “the bitch against the stream” – barbro alving (bang) – uma das jornalistas suecas mais corajosas ao longo dos tempos, sempre a lutar pela igualdade da mulher, pela paz, pelos direitos humanos e pelo direito de expressão.
foi presa. escreveu um diário, mais tarde publicado, para suportar o tempo na cadeia, mas também para relatar aos leitores e ao público o (mal)funcionamento do sistema prisional. denúnciar injustiças. por a prova o sistema.
uma grande escritora. mãe, humanista, feminista, lésbica.
“bang was the most famous female war correspondent of all time. she had her breakthrough reporting with the os in hitler’s berlin, 1936. she is internationally well-known and recognized as one of only two female war correspondents during the spanish civil war. bang’s development from a small inebriate reporter in stockholm to being a world-class journalist is an excellent example for the potential for development by any career oriented women” (film review new york times “bang och världshistorien” – filme da maj wechselmann 2008)
sem dúvida alguma uma role model…