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na mesa-de-cabeceira

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livros

leitura herdada da minha avó, de certeza daqueles livros que não estiveram na primeira fila na estante, tesouros literários do miller, tropic of cancer, quiet days in clichy, escritos nos anos 30, traduzidos nos anos 60, comprados por o que hoje parece uma pechincha, com desenhos do artista per åhlin.

Escrito por imagoverbalis

Junho 15, 2009 em 8:47 am

contos eróticos

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foto_almashra

o grupo de teatro tavirense al-mashra apresenta “uma snob casa de prostituição literária – contos eróticos” nos dias 5 e 6 de Junho pelas 22 horas.

“em 1940, um coleccionador de livros pediu a henry miller que escrevesse contos eróticos a um dólar a página… henry – para quem escrever por encomenda era uma verdadeira tortura – passou a tarefa a anaïs nin, que logo reuniu os amigos para que partilhassem as suas experiências e fantasias sexuais. isto deu origem a uma verdadeira epidemia de diários eróticos!

nesta “snob casa de prostituição literária”, inspirada pelos contos de anaïs nin, procura-se viajar em torno do poder erótico das palavras. duas actrizes – ana gabriel e patrícia amaral – num espectáculo que alia a narração oral e a linguagem teatral, procuram despertar sentidos e estimular a busca do prazer.”

espaço da corredoura, rua d. marcelino franco, 41 ­- tavira

Escrito por imagoverbalis

Junho 1, 2009 em 11:42 am

palavras sedutoras

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contos-eroticos

«faz de conto: contos eróticos medievais», uma produção te-atrito e arc músicos, no pátio das letras, no sábado 4 de abril, às 24:00…

sinopse:

“em plena idade média, uma bruxa, um bobo e um monge, todos foragidos por heresia ou rebelião, encontram-se e decidem seguir caminho juntos. para melhor se disfarçarem fingem ser um grupo ambulante de contadores de histórias. as histórias que contam, “les fabliaux”, eram correntes nos séculos xiii e xiv. tratam-se de contos em verso, para rir, inspirados no trio marido-mulher-amante, e com uma linguagem brejeira que faz as delícias do nosso imaginário mais malicioso.”

Escrito por imagoverbalis

Abril 2, 2009 em 8:02 pm

Publicado em liberdade, teatro

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