Archive for the ‘Uncategorized’ Category
la femme

desde 1857 que as mulheres lutam para fazerem ouvir as suas vozes e criar um estatuto de igualdade com os homens.
e continuamos a ganhar menos.
o equilíbrio ainda não se instalou.
o feminismo ainda não conseguiu o devido respeito.
num mundo melhor, as celebrações do dia internacional da mulher no 8 de março deixavam de se realizar.
respect
assim é…

foi assaltado. quatro homens para um. estava aí a mostrar um pouco a mais que tinha dinheiro enquanto pagava o eléctrico em lisboa. aproveitaram. em pleno dia. perdeu metade do dinheiro que trouxe. apanharam um dos tipos. foi lhe devolvido metade do gito. os outros escaparam com o resto. teve sorte de não ter perdido a certeira com os cartões. passou depois o dia na polícia para identificar os tipos entre 330 homens caucasianos. como ele já viajou pelo mundo fora, e já foi assaltado noutras ocasiões, não estava muito transtornado. até achou que viveu uma cena para contar aos amigos. é este cenário do wild west que vai começar a ser o nosso dia-a-dia, com o piorar do tempo de crise? bem-vindo à realidade…
i want to ride…

ok, o que se passou com a bela de andar de bicicleta para trás e para frente? a vida toda, desde os meus cinco anos, que tenho andado de bicla.
ah, pois, esqueci-me. mudei-me para portugal…onde não têm muitos sítios para andar com segurança. onde não existem muitos sítios só para bicicletas. ou andas na estrada, rodeado de carros, ou não andas de tudo. quase…
a primeira foi uma vermelha. aprendei com o meu pai. depois uma amarela. depois uma daquela de adolescente nos anos 80 com o guiador por baixo, daquelas em que se andava quase deitada para frente, very cool para a idade do então.
depois a era das já velhas, antiquadas. um para homens. azul.
andei durante os meses de primavera e verão à escola 30 quilómetros com ela. por pura teimosia. contra ventos, entre campos de trigo e com o cheiro de algas do mar a apodrecerem à costa a bater na minha cara. foi roubada.
e mais uma, comprada num leilão de segunda-mão. pintei a toda preta. com rodas muito grandes, tipo balão. confortável. deliciosa.
cada vez que volto, vou andar, para matar saudades. é uma sensação de pura e saudável liberdade.
supa sista…

i rose and fell
as he called my name
i played his game
as…
he came and came
then…
he changed my name
called my blackness untame
he…
put me in chains
then…
he changed my name
then…
he changed my names…
but now i will rewite history
supa sista
i see you off in the distance
comin’ at me like a twister
packing more force than a four-time
heavyweight champion
kinkycoil topped cauldron
of pain, passion and black-mama strength
hellbent on
making your mark in this world
angry ghetto-grown whril-a-girl…
liberdade

foi-me dado aos meus 18 anos. tornou-se logo um livro importante para mim enquanto pessoa. para sobrepor-me aos contratempos. para nunca duvidar nas minhas capacidades. para abraçar os desafios. para lutar pelas minhas convicções. para exigir a liberdade, em todas as formas. para andara de cabeça erguida. sempre.
annie – divinal
eurythmics - grande grupo dos anos 80
monday finds you like a bomb
thats been left ticking there too long
youre bleeding
some days theres nothing left to learn
from the point of no return
youre leaving
hey hey i saved the world today
everybodys happy now
the bad things gone away
and everybodys happy now
the good things here to stay
please let it stay
theres a million mouths to feed
and ive got everything i need
im breathing
and theres a hurting thing inside
but ive got everything to hide
im grieving
