ode à fotografia…

“…para a máquina, o aparelho sem vida, um detalhe não tem mais interesse do que outro. para uma fotografia ter a capacidade de contar uma história, é preciso um olhar atrás daquela máquina que sabe escolher, que sabe focar, que sabe organizar. o mesmo vale para a descrição da realidade à nossa volta. para que uma história transmita algo, exige-se um fio condutor, algo coeso, de grande espiritualidade e de grande vericidade…”
(karin boye, “det hungriga ögat, journalistik 1930-1936″ – ”o olhar esfomeado, jornalismo 1930-1936”)