a viagem…

“mais tarde, muito mais tarde, cada qual se descobre nómada ou sedentário, amador de fluxo, de transportes, de deslocações, ou apaixonado pelo estatismo, imobilidade e raízes. (…) os primeiros gostam da estrada, longa e interminável, sinuosa e ziguezagueante, os segundos adoram o solo, sombrio e profundo, húmido e misterioso. Estes dois princípios existem não tanto em estado puro, soba forma de arquétipos, mas em componentes indiscerníveis no pormenor de cada individualidade.”
(michel onfray, teoria da viagem)