Archive for Agosto 2010
are we human…
seminário em olhão foca violência doméstica

realiza-se no dia 17 de setembro, no auditório municipal de olhão, um seminário intitulado “intervenção integrada em violência doméstica na região do algarve”, tendo como objectivo “promover a reflexão sobre a problemática da violência doméstica” e, ainda, sensibilizar os profissionais das áreas da saúde, da educação e da segurança social que de alguma forma contactam com esta problemática na região do algarve.
segundo a página da ars algarve ip, o seminário será integrado no projecto “intervenção integrada em violência doméstica na região do algarve”, numa parceria formalizada através de candidatura ao programa operacional de potencial humano (poph-qren), entre a comissão para a cidadania e a igualdade de género (cig), a administração regional de saúde do algarve ip (arsalgarve ip), o hospital de faro epe (hf), a direcção regional de educação do algarve (drealg) e o instituto de segurança social ip (iss).
as inscrições encontram-se abertas para todos os interessados até ao dia 10 de setembro.
expectativas penduradas

chegou à lagos o grupo de performance multimédia catalão la fura dels baús. milhares de espectadores ficaram à espera na praça do infante para ver o “gnosis”, um espectáculo inspirado nos descobrimentos portugueses, luz, cores, e figurantes em gruas a dezenas de metros acima do solo, tendo o espectáculo ficado muito aquém das expectativas. gruas enormes, sim. muita malta, sim. de certeza um investimento brutal com cachets gordos. mas um péssimo som. pouco ritmo. cenas repetitivas. básico. la fura dels baús lado b? tentaram mas não chegaram lá. há quem diz que os fogos de artifício no fim de facto foi o melhor da noite toda.
quando a cabeça não tem juízo…
4+1=41

“a noção de pessoa velha ou nova só se aplica às pessoas vulgares.”
(hermann hesse, “elogio da velhice”)
no feminino

“estou com os individualistas livres, os que sonham mais alto, uma sociedade onde haja pão para todas as bocas, onde se aproveitem todas as energias humanas, onde se possa cantar um hino à alegria de viver na expansão de todas as forças interiores, num sentido mais alto – para uma limitação cada vez mais ampla da sociedade sobre o indivíduo.”
